Usando uma nova técnica que utiliza luz e
Em artigo publicado na revistaNano Letras, os pesquisadores provaram que esta tecnologiapode ser efetivamente usado para criar comunidades microbianas estruturalmente definidas. Eles demonstraram a aplicabilidade de tais biofilmes impressos em 3D para biosensor de urânio e biomineração de terras raras e mostraram como a geometria influencia o desempenho dos materiais criados.
Métodos anteriores de produção de biofilme emos laboratórios não davam aos cientistas a capacidade de controlar a organização microbiana no filme, o que limitava sua capacidade de compreender totalmente as complexas interações observadas nas comunidades bacterianas do mundo natural. A capacidade de bioprintar micróbios em três dimensões permitirá aos cientistas do LLNL observar melhor como as bactérias funcionam em seu habitat natural e explorar tecnologias como a eletrossíntese microbiana. Durante esse processo, as bactérias que se alimentam de elétrons (eletrótrofos) convertem o excesso de eletricidade fora do horário de pico. horas para a produção de biocombustíveis e produtos bioquímicos.
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