Os cientistas criaram um novo método para a impressão 3D de micróbios vivos

Usando uma nova técnica que utiliza luz e

resina cheia de bactérias, cientistas conseguirambiofilmes artificiais impressos. Eles se assemelham a finas camadas de comunidades microbianas. A equipe de pesquisa "prendeu" bactérias em estruturas 3D usando luz LED de uma impressora 3D Stereolithography Microbial Bioprinting Machine (SLAM). A máquina de estereolitografia de projeção pode imprimir em alta resolução da ordem de 18 mícrons – quase a mesma espessura que o diâmetro de uma célula humana.

Em artigo publicado na revistaNano Letras, os pesquisadores provaram que esta tecnologiapode ser efetivamente usado para criar comunidades microbianas estruturalmente definidas. Eles demonstraram a aplicabilidade de tais biofilmes impressos em 3D para biosensor de urânio e biomineração de terras raras e mostraram como a geometria influencia o desempenho dos materiais criados.

Métodos anteriores de produção de biofilme emos laboratórios não davam aos cientistas a capacidade de controlar a organização microbiana no filme, o que limitava sua capacidade de compreender totalmente as complexas interações observadas nas comunidades bacterianas do mundo natural. A capacidade de bioprintar micróbios em três dimensões permitirá aos cientistas do LLNL observar melhor como as bactérias funcionam em seu habitat natural e explorar tecnologias como a eletrossíntese microbiana. Durante esse processo, as bactérias que se alimentam de elétrons (eletrótrofos) convertem o excesso de eletricidade fora do horário de pico. horas para a produção de biocombustíveis e produtos bioquímicos.

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