O “Laboratório de Peixes” fornecerá aos cientistas novas informações sobre a saúde e o comportamento dos habitantes subaquáticos.
O aparelho pesa 2,4 gramas e não é maior que a tampa de uma caneta. O rastreador coleta dados durante um período de oito meses.
“Nosso desenvolvimento ajudará a preservaraquicultura Esta é uma forma econômica de monitorar a saúde e o comportamento dos peixes”, disse Daniel Deng, cientista pesquisador do Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico (PNNL). Seus especialistas colaboraram com a equipe de baterias para desenvolver o novo dispositivo.
É um tipo de biossensor quePode coletar simultaneamente dados de peixes, incluindo localização, batimentos cardíacos, movimento da cauda e calorias queimadas. Os sensores também registram a temperatura, a pressão e o campo magnético do ambiente ao seu redor.
Depois que os cientistas recebem dados de um receptor sem fio ou do próprio dispositivo, uma série de algoritmos de aprendizado de máquina podem ajudá-los a identificar padrões entre todas as medições.
“Não se trata apenas de obter dados, o laboratório de pesca tem um algoritmo integrado que ajuda a tornar esses dados significativos”, explicam os cientistas.
Esta informação pode ajudar os cientistase os gestores entendem o impacto das mudanças climáticas e do desenvolvimento de infraestrutura na saúde do ecossistema e, por sua vez, servem de base para futuras estratégias de gestão e conservação de recursos hídricos.
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