Cientistas criaram micropartículas programáveis ​​para administração de medicamentos

No caso de partículas de tamanho microscópico, a estrutura, composição e tipo de material são críticos para

cumprindo as tarefas que lhes foram atribuídas. Embora os cientistas já saibam como criar micropartículas programáveis, a tecnologia para sua produção é complexa e apresenta muitas desvantagens.

Os pesquisadores em seu trabalho utilizaram uma nova abordagem para a produção de micropartículas - utilizando materiais biológicos.

Os cientistas conduziram experimentos com substâncias semelhantes à elastinapolipeptídeos (ELPs) são proteínas desordenadas que não possuem uma forma constante. Este material pode ser usado para alternar entre estados de fase em certas temperaturas.

"Muitos pesquisadores estão tentando descobrirque significado biológico as proteínas desordenadas podem ter? O objetivo do nosso trabalho é pensar nessas proteínas como materiais que podemos usar para nossas próprias funções biológicas de maneiras que não podem ser alcançadas com outros materiais modernos”.

Stefan Roberts, principal autor do estudo

Segundo os pesquisadores, a capacidade de criar micropartículas com áreas divididas com precisão pode ser usada para administração de medicamentos e engenharia de tecidos.

Antes, pesquisadores russos ensinavam micróbiosentregar drogas. Uma cepa de bacilo do feno, inofensiva para os seres humanos, pode fornecer com precisão e segurança nanocápsulas com medicamentos para várias partes do corpo.