Os cientistas usaram bactérias metanotróficas, que consomem 30 milhões de toneladas métricas de metano por ano, para
Ao estudar a enzima pela qual as bactériascatalisar essa reação, uma equipe da Northwestern University descobriu estruturas-chave que podem conduzir o processo. Seus resultados, publicados em 18 de março na revista Science, podem eventualmente levar ao desenvolvimento de catalisadores biológicos feitos pelo homem que convertem metano em metanol.
“O metano tem uma ligação muito forte, entãoé incrível que exista uma enzima que possa quebrar essa ligação”, disse Amy Rosenzweig, autora sênior do artigo. “Se não entendermos exatamente como uma enzima realiza essa complexa operação química, não poderemos desenvolvê-la e otimizá-la para aplicações biotecnológicas.”

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Se for bem-sucedido, os pesquisadores poderão ver comoé a enzima que está localizada na membrana celular, para determinar como ela funciona em seu ambiente nativo e para descobrir se outras proteínas que cercam a enzima interagem com ela. Essas descobertas serão um elo chave que falta para os engenheiros.
“Se você deseja otimizar uma enzima paraIncorporando-o em vias de bioprodução ou para consumo de outros poluentes além do metano, precisamos saber como ele se parece em seu ambiente nativo e onde o metano se liga, disse Rosenzweig. “Você pode usar bactérias de engenharia enzimática para coletar metano de locais de fraturamento hidráulico ou para limpar derramamentos de óleo.”
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