
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Queensland aprendeu a usar
Como isso funciona
O cabelo cortado é limpo do excesso de impurezase é queimado a uma temperatura de 240 graus. O carbono, hidrogênio e nitrogênio resultantes são convertidos em nanopontos de carbono medindo menos de 10 nanômetros. Depois disso, são aplicados ao polímero em pequenas “ilhas”. O resultado são elementos orgânicos, que são a camada ativa dos painéis OLED.

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Quando alimentado a uma camada de trabalho de pequena potênciaApós a alimentação, as nanoilhas começam a emitir luz azul ou ciano. A luz azul é produzida aplicando muito pouca voltagem. Como resultado, as informações são exibidas enquanto economiza energia. O brilho pode chegar a 350 cd/m2, e em um substrato de vidro sólido pode ser alcançado um brilho de 700 cd/m2.
É claro que é improvável que tais telas OLED sejam produzidas para smartphones e TVs, mas serão perfeitas para dispositivos vestíveis, pequenos painéis, embalagens e medicamentos.
"Dispositivos orgânicos emissores de luzBaseado em pontos de carbono feitos de cabelo humano, pode ser usado em embalagens inteligentes. Eles também podem ser usados onde é necessária uma pequena fonte de luz, como em sinalização, bandas inteligentes e dispositivos médicos, uma vez que o material em si não é tóxico”, observam os pesquisadores.
Agora o próximo passo é desenvolver OLEDs feitos de peles de animais.
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