
Muitas obras de ficção científica popularizaram o termo "ciborgue" muito antes do advento do

</ img>
Por exemplo, especialistas japoneses conseguiramBarata de Madagascar (Gromphadorhina portentosa) em um ciborgue. Eles introduziram eletrodos especiais no corpo da barata tópica da família Blaberidae, o que possibilitou perceber a possibilidade de controle remoto do inseto.

</ img>
Cientistas "equiparam" uma barata com uma pequena mochila, comcom o qual eles conectaram um módulo sem fio e uma bateria de íons de lítio ao corpo de uma barata de Madagascar. Um conjunto muito fino de células solares orgânicas também foi anexado ao inseto. Sua espessura foi de 0,004 mm. Os cientistas tiveram que trabalhar em uma combinação de elementos de dureza diferente para não ferir a barata, porque. sua caixa torácica se deforma à medida que ele se move.

</ img>
Ao estimular os apêndices do abdome comeletricidade, a barata recebeu os comandos de especialistas e virou na direção certa enquanto se movia. Os cientistas acreditam que tal desenvolvimento pode ser útil ao examinar lugares de difícil acesso. Os pesquisadores também pretendem criar um sistema idêntico, mas para insetos voadores.

</ img>