Cientistas fornecem 154 mil imagens de armadilhas fotográficas na Amazônia

Cientistas da Wildlife Conservation Society (WCS), que trabalham na vasta bacia amazônica,

contribuiu com mais de 57.000 novas imagens de armadilhas fotográficas para o novo estudo. Os resultados foram publicados na revista Ecology por um grupo internacional de 120 institutos.

O conjunto completo de dados inclui 154.123 registros de 317espécies (185 aves, 119 mamíferos e 13 répteis). É o maior banco de dados de fotografias de uma ampla variedade de animais silvestres na Amazônia até o momento. Todas as fotografias foram tiradas entre 2001 e 2020 em 143 locais de campo.

Imagens WCS da Bolívia, Brasil,Colômbia, Equador e Peru veem bebês onças brincalhões, um tamanduá-bandeira descansando em uma poça de lama, esquivos cães de orelhas curtas, bem como antas, queixadas, harpias, tucanos, pumas, ursos andinos e dezenas de outras espécies. ;Jaguares e ursos andinos são tipos prioritários para WCS.

O objetivo da pesquisa é criar um banco de dadosdados, imagens da vida selvagem da Amazônia e documentam a perda de habitat, fragmentação e mudanças climáticas. A bacia amazônica cobre quase 8,5 milhões de km² no Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.

Este trabalho é a primeira vez que imagens de armadilhas fotográficas de diferentes regiões da Amazônia são coletadas e padronizadas em tão grande escala.

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