Simulação da colisão da Terra com um asteróide mostrou resultados decepcionantes

Esta segunda-feira, as melhores mentes da humanidade convocaram a sétima conferência sobre segurança planetária sob

auspícios da Academia Internacional de Astronáutica. O principal objetivo da conferência era realizar uma simulação computacional de uma colisão de asteróide com a Terra. Os resultados, alerta de spoiler, são decepcionantes.

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O que vai acontecer?

Se há dois anos em um evento semelhanteAcontece que o asteróide varreria Nova York da face da terra, mas desta vez um destino nada invejável se abateria sobre a zona de trezentos quilômetros entre Praga e Munique. Os cientistas calcularam que o impacto afectaria a República Checa, a Alemanha e a Áustria. E tal destruição pode ser causada não por uma rocha espacial gigante, mas por uma rocha pequena (pelos padrões cósmicos, é claro) de 140 metros de largura.

E como você se defende?

NASA está fazendo cálculos sobre o asteroideA dimorfose, que, segundo a agência, se aproxima do nosso planeta e uma colisão com a qual pode acontecer algures no final de 2022. Para evitar um cenário tão triste, foi criado o programa DART&#8211;. Os cientistas planejam desacelerar o asteróide colidindo-o com uma espaçonave. Mas os cientistas também notaram que isso precisa ser feito alguns anos antes da colisão esperada – o que significa que a colisão deve ser feita alguns anos antes. caso contrário, simplesmente não haverá energia suficiente para mudar o curso do asteróide de forma tão dramática.