Painéis solares disfarçados de azulejos antigos para monumentos de Pompéia

Painéis solares foram instalados em sítios arqueológicos no Parque Pompeia e na cidade portuguesa de Évora,

disfarçados de azulejos romanos antigos e tijolos de terracota. A tecnologia não reduz a eficiência da bateria e preserva a paisagem histórica.

Células fotovoltaicas Tegosolar fabricadasfeito de silício amorfo de película fina com um composto ternário: cada camada absorve a luz azul, verde e vermelha do espectro solar, respectivamente. O design criado é flexível e pode ser facilmente adaptado ao design desejado sem perda de eficiência, observam os desenvolvedores.

Instalação de painéis solares invisíveis Coppo. Imagem: diaqua

Para dar o efeito da antiguidade, os desenvolvedoresusar a nova tecnologia Coppo Invisible Solar. Estas baterias são constituídas por um invólucro único, altamente resistente e indivisível que esconde as células fotovoltaicas nele incorporadas. O funcionamento do módulo baseia-se no revestimento da fotocélula com um composto polimérico atóxico e disperso, especialmente desenvolvido para estimular a absorção de fótons.

Eles se parecem exatamente com os ladrilhos de terracota usados ​​pelos romanos, mas produzem a eletricidade necessária para iluminar os afrescos.

Gabriel Zuchtrigel, diretor do Parque Arqueológico de Pompéia

Os desenvolvedores observam que usar o InvisibleAs células solares solares podem ter a aparência de pedra, madeira, concreto e tijolo. Isso permite que os dispositivos sejam usados ​​em vários locais. É relatado que painéis solares ocultos serão instalados em breve em monumentos arquitetônicos na Croácia e em Portugal.

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Na capa: painéis cobrindo o telhado do parque de Pompeia. Imagem: diaqua