A fuligem provou ser um material ideal para converter energia solar em calor.

Físicos do México e dos Estados Unidos demonstraram em experimentos que a fuligem criada pela queima de combustíveis fósseis

como carvão ou hidrocarbonetos, converte efetivamente a energia solar em energia térmica.

Pesquisadores criados com base em fuligem de queimadosmadeira, coque de petróleo e outros hidrocarbonetos revestimento de pasta especial. Para "ativar" o trabalho de seu revestimento, os cientistas desenvolveram fornos solares que podem aquecer até 200°C. O custo de produção de tal forno, segundo os cientistas, é de cerca de US$ 150, e a produção do revestimento no qual ele funciona é de apenas US$ 1 por metro quadrado.

Foto: Universidade de Houston

Os desenvolvedores compararam a eficácia de seusrevestimentos em comparação com células solares tradicionais baseadas em grafeno e fulereno. Descobriu-se que a pasta de negro de fumo supera os painéis comerciais tradicionais em 96% na absorção solar e 85% na emissão de luz. Ao mesmo tempo, tal sistema custa 15 vezes menos.

Os pesquisadores também compararam seu desenvolvimento com painéis baseados em nanoestruturas. Os resultados mostraram eficácia semelhante, mas neste caso a biopasta é mil vezes mais barata.

Nossas matérias-primas são ecologicamente corretas, embora atualmentetempo é considerado um poluente ambiental. No entanto, eles são ideais para reduzir sua pegada de carbono e podem ajudá-lo a atingir um consumo de energia zero.

Francisco Robles-Hernandez, coautor do estudo na Universidade de Houston

Os desenvolvedores acreditam que o revestimento que criarame os fornos solares podem ser usados ​​em grandes aquecedores industriais e caldeiras de secagem. Os físicos observam que este é um dos processos industriais mais caros e que consomem muita energia. Além disso, o uso de resíduos de combustíveis fósseis, segundo os cientistas, pode encontrar aplicação em destiladores solares, aquecedores, aquecimento doméstico, purificadores de água e outras tecnologias.

“O próximo passo para este projeto éprodução em massa de conversores de energia solar para a indústria alimentícia. Em última análise, a ideia deste projeto é beneficiar o meio ambiente usando resíduos ou subprodutos de carbono para processos domésticos e industriais”, disse Luis Bernardo López-Sosa, coautor do estudo.

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