Cientistas do National Laser Fusion Facility (NIF, National Ignition Facility) estão trabalhando em
Embora o plasma em chamas só existissenanossegundos, os cientistas o estudaram. A análise mostrou que ele se comporta de forma “estranha”, escrevem os cientistas, e os íons nele contidos têm energia mais alta do que os cientistas esperavam.
“Isso significa que os íons que sofrem fusão têm mais energia do que o esperado. Isto não pode ser previsto pelos códigos normais da hidrodinâmica da radiação”, explicam os cientistas.
Os autores do estudo comparam o inesperado,comportamento de alta energia de íons com o efeito Doppler. Esta é uma mudança na frequência e, consequentemente, no comprimento de onda da radiação percebida pelo observador, devido ao movimento da fonte de radiação em relação ao observador. O efeito leva o nome do físico austríaco Christian Doppler. A maneira mais fácil de imaginar isso é lembrar como soa diferente a sirene da polícia quando passa ao longe e quando passa perto.
Os autores do estudo explicam a necessidadesimulações mais avançadas para detalhar os processos em andamento. Isso fornecerá informações importantes para o projeto futuro de instalações termonucleares.
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Foto da capa: William Jack