Desde escolher a próxima música da sua playlist até escolher o tamanho certo das calças, as pessoas confiam mais
“Algoritmos podem realizar uma enorme quantidade detarefas, e seu número aumenta quase todos os dias”, explica o pesquisador Eric Bogert, da Universidade da Geórgia. “Parece haver uma tendência de confiar mais em algoritmos à medida que os problemas se tornam mais complexos do que nos conselhos de outras pessoas”, acrescentou Bogert.
No estudo, publicado na revista Scientific Reports, a equipe recrutou 1.500 pessoas.
Cientistas pediram a voluntários para contarnúmero de pessoas na multidão fotografou e forneceu dois tipos de pistas. Alguns foram criados por um grupo de outras pessoas e outros foram criados por um algoritmo. À medida que o número de pessoas na foto aumentava, a contagem tornou-se cada vez mais difícil. Como resultado, as pessoas eram mais propensas a seguir as pistas geradas pelo algoritmo, em vez de confiar em si mesmas ou na “sabedoria da multidão”.
O estudo levanta questões importantes sobre o uso onipresente de algoritmos na vida diária das pessoas.
Por exemplo, os algoritmos de reconhecimento facial já se tornaram objeto de intensa atenção nos últimos anos. A questão é que seu uso revelou preconceitos culturais em sua construção.
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