Os cientistas descobriram que a nossa noção da rapidez com que o tempo passa se deve, em parte, a mudanças na
Os pesquisadores pediram a 67 pessoas que completassematividades diurnas normais usando sensores que mediam como seu sistema nervoso simpático se comportava. As pessoas usavam um monitor de frequência cardíaca, bem como um sensor que media as mudanças na condutância da pele causadas pela atividade das glândulas sudoríparas.
Os participantes foram solicitados a relatar por hora quantorápida ou lentamente, de acordo com seus sentimentos, os últimos 60 minutos se passaram. Os pesquisadores então analisaram os dados biológicos dos participantes juntamente com seus relatórios subjetivos.
Os cientistas viram que quando as pessoas experimentavam um aumento significativo na frequência cardíaca ou na condutância da pele, o tempo parecia fluir 10% mais rápido.