Uma equipe de pesquisa internacional liderada por cientistas estudou depósitos de carvão em
"As seções Naqing e Narao na área Luodian,província de Guizhou, expõem sequências carboníferas contínuas que registram sinais geoquímicos da água do mar”, disse Chen Jitao, coautor do estudo da Universidade de Nanjing, na China.
Os pesquisadores usaram o modelo globalCiclo de carbono LOSCAR para simular condições que produziriam os mesmos traços de distribuição de carbono que eles obtiveram ao estudar e analisar rochas. Descobriu-se que há cerca de 304 milhões de anos houve uma grande liberação de cerca de 9 mil Gt de dióxido de carbono.
A emissão, segundo os cientistas, deve tercontinuar por cerca de 300 mil anos e levar a um aumento da temperatura da superfície do mar em 4°C. Ao mesmo tempo, a área do fundo do mar sem oxigênio deve ter aumentado de 4% para 22%. Essas mudanças levaram a um declínio acentuado da biodiversidade.
Os pesquisadores observam que as observações atuais emodelos climáticos mostram que o suprimento de oxigênio dissolvido no oceano moderno está diminuindo. O fator chave que leva a tais mudanças é geralmente chamado de diminuição da solubilidade do oxigênio devido ao aumento da temperatura da água. Os autores acreditam que analisar os efeitos da anóxia do fundo do mar ajudará a prever melhor as mudanças futuras.
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