A NASA publicou uma foto do Sol, complementada com radiação invisível a olho nu. A nova imagem une
Imagem combinada do Sol.Azul corresponde a raios X de alta energia, verde a baixa energia e vermelho a ultravioleta. Imagem: NASA/JPL-Caltech/JAXA
raios X de alta energia,observado pelo observatório NuSTAR aparece apenas em alguns lugares na atmosfera do Sol. Essas áreas correspondem às regiões mais quentes da coroa solar. Acredita-se que esse material de alta temperatura se forme quando um grande número de nanoflares ocorre próximo.
Flares são grandes explosões de calor, luz epartículas observadas por uma ampla gama de observatórios solares. Nanoflares são fenômenos muito menores, mas ambos os tipos produzem material ainda mais quente que a temperatura coronal média. Explosões normais não ocorrem com frequência suficiente para manter a coroa nas altas temperaturas observadas pelos cientistas, mas as nanoexplosões ocorrem com muito mais frequência.
Radiação de raios X de alta energia emImagem NuSTAR (à esquerda), raios-X de baixa energia da missão Hinode do Japão (centro) e dados ultravioleta do Solar Dynamics Observatory da NASA (à direita). Imagem: NASA/JPL-Caltech/JAXA
Os pesquisadores acreditam que as observações do NuSTARajudará a resolver um dos maiores mistérios do Sol: por que sua atmosfera externa, a coroa, atinge uma temperatura de mais de um milhão de graus, que é pelo menos 100 vezes mais do que na superfície. O sol é aquecido por reações termonucleares que ocorrem dentro da estrela, enquanto o calor se espalha de suas profundezas para o exterior. Encontrar nanoflares suficientes explicaria o paradoxo da temperatura.
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