Três novos subtipos de esclerose múltipla encontrados com a ajuda de IA

Os pesquisadores dizem que suas descobertas ajudarão a identificar as pessoas com maior probabilidade de

terá uma progressão da doença e ajudará a prever o tratamento de forma mais eficaz.

Em seu novo trabalho, os cientistas queriam descobrirse existem padrões ainda não identificados nas imagens cerebrais que melhor orientariam as escolhas de tratamento e identificariam os pacientes que responderiam melhor a terapias específicas.

Atualmente, a esclerose múltipla é amplamente classificada em grupos progressivos e recidivantes, que se baseiam nos sintomas do paciente.

Os autores decidiram usar IA para encontrar subtiposesclerose múltipla: o algoritmo identificou três subtipos, que são definidos por anormalidades patológicas observadas em imagens cerebrais. Todos os três estão entre as primeiras anormalidades observadas em exames de ressonância magnética dentro de cada padrão.

Os cientistas acreditam que este é um passo importante na previsão das respostas individuais à terapia.

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