A equipe melhorou os robôs voadores - agora eles podem brilhar como vaga-lumes. Isso ajudará melhor
O novo trabalho é baseado nos desenvolvimentos anteriores da equipe: eles criaram anteriormente robôs voadores ultraleves.
Um componente chave dos dispositivos era um soft drivena forma de um cilindro, que foi feito de camadas alternadas de elastômero e nanotubos de carbono. Quando a tensão é aplicada, os eletrodos de carbono comprimem o elastômero, o que cria um estresse mecânico que faz com que a asa bata.
Durante o novo trabalho, os autores modificaramatuadores para que brilhem durante a operação. Para fazer isso, eles introduziram partículas de sulfato de zinco na camada externa do elastômero. Essas partículas são eletroluminescentes, o que significa que brilham na presença de um campo elétrico – neste caso, um que passa por camadas de nanotubos de carbono.
Segundo os autores, a luz dos drones pode ser usada para rastreá-los e também para interagir uns com os outros.
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