Um novo estudo estima que as regiões polares da Lua podem conter até 3.500 km³ de material perpétuo na superfície.
Segundo os pesquisadores, eles calcularam esse volume de água, assumindo que apenas 1% das emissões da atmosfera terrestre chegam à Lua.
Acredita-se geralmente que a maior parte da água lunarchegou lá de asteróides e cometas que colidiram com a lua. A maioria desses corpos celestes colidiu com a lua há cerca de 3,5 bilhões de anos, quando o sistema solar tinha cerca de 1 bilhão de anos.
Os cientistas também levantam a hipótese de que a fonte dos íons é o vento solar. Ele carrega íons de oxigênio e hidrogênio, que podem ter se combinado e se estabelecido na Lua na forma de moléculas de água.
Os autores do novo trabalho sugerem que os íonsO hidrogênio e o oxigênio entram na Lua à medida que passam pela cauda magnética da Terra. Isso acontece cerca de cinco dias por mês. A magnetosfera é uma bolha em forma de lágrima do campo magnético da Terra que protege o planeta de um fluxo contínuo de partículas solares carregadas.
A equipe de pesquisa utilizoudados de gravidade do Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA para estudar as regiões polares, bem como várias grandes crateras lunares. Eles notaram que existem anomalias nas medições subterrâneas das crateras de impacto - isso indica que há água líquida ou gelo no interior.
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