Os países da África Austral registaram surtos graves de COVID-19. Os seus cidadãos receberam relativamente poucas vacinas:
Como esperado, o número de casos está a diminuir em áreas com uma elevada percentagem de pessoas vacinadas e, inversamente, em locais onde as pessoas não estão vacinadas contra o coronavírus, estão a ocorrer novos picos.
Num novo estudo, os autores previram a incidência de casos de COVID-19 em diferentes taxas de vacinação. Isso foi testado em dois modelos:
- um - com um alto nível de acesso a vacinas,
- o segundo é baixo.
O modelo também possibilitou conectar essas regiões, poisse fossem vizinhos. Dessa forma, pode-se estimar a dependência das projeções epidemiológicas de diversos parâmetros imunológicos, por exemplo, características regionais como tamanho da população e taxa de transmissão, bem como o fator de distribuição desigual das vacinas.
Além disso, o modelo levou em consideração a possibilidadereinfecção ou infecção de uma pessoa já vacinada: neste caso, a carga viral será diferente da primeira infecção habitual.
Como resultado, o modelo prevê que um aumento sustentado no número de casos com disponibilidade limitada de vacina levará a um alto potencial de evolução viral.
Também anteriormente Secretário Geral da ONUAntonio Guterres disse que as organizações internacionais e os países que produzem vacinas contra o coronavírus devem unir forças para fornecer medicamentos à maior parte da população mundial, caso contrário, o vírus continuará a sofrer mutações.
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