Usando um rim artificial, entendemos como as doenças crônicas funcionam no nível do DNA

Uma equipe liderada por pesquisadores do Massachusetts General Hospital (MGH) usou

organoides renais derivados de células-tronco humanas para identificar genes que são importantes para o reparo adequado.

Anteriormente, os pesquisadores realizaram experimentos emanimais e identificaram vários fatores envolvidos na recuperação renal. Mas extrapolá-los para humanos e torná-los parte da prática clínica tem sido difícil. Muitos tratamentos considerados seguros e eficazes em animais foram posteriormente considerados tóxicos ou ineficazes em ensaios clínicos. Organoides renais humanos que se assemelham a rins reais em escala reduzida podem ajudar os pesquisadores a evitar esses problemas.

Os autores do novo trabalho usado em um organoideo medicamento quimioterápico cisplatina, que pode causar danos aos rins. O tratamento alterou a expressão de 159 genes e 29 vias de sinalização nas células renais. Muitos dos genes identificados, incluindo dois – FA NCD2 e Rad51 – foram ativados durante a reparação, mas a sua expressão diminuiu à medida que o dano se tornou irreversível.

Esses genes codificam proteínas que desempenham um papel importante no reparo do DNA. Experimentos adicionais em modelos de ratos confirmaram os resultados.

Os cientistas então usaram testes de triagem para identificar o composto SCR7, que ajudou a manter a atividade dos genes FANCD2 e RAD51.

Os autores do novo trabalho disseram que descobriram como ativar o mecanismo de reparo do DNA nos rins: isso ajudará a manter seu desempenho.

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