Ainda sabemos pouco sobre como a COVID-19 progride e como o sistema imunitário reage à infeção, mas a nossa
observações mostram que a doençanão garante 100% de proteção contra reinfecção. É claro que este é apenas um caso, que pode ser uma exceção, mas sugere que todas as pessoas, incluindo aquelas que estiveram doentes, devem tomar precauções até que as vacinas estejam disponíveis.Mark Pandori, professor assistente da Universidade de Nevada em Reno, nos EUA
Os cientistas acreditam que esse fato indica que a imunidade ao coronavírus pode desaparecer rapidamente ou nem se formar.
Segundo os cientistas, estamos falando de uma mulher de 89 anos.Um paciente com distúrbio das células sanguíneas e imunodeficiência foi infectado pela segunda vez aproximadamente dois meses após a primeira infecção. Logo sua condição piorou muito e duas semanas depois ela morreu. A sequência genética do vírus confirma a versão da reinfecção.
A edição do BNO destaca que este caso foi a primeira morte no mundo após a reinfecção.
Quatro outros casos semelhantes foram identificados no Equador,Bélgica, Holanda e Hong Kong. Porém, apenas um deles apresentou aumento dos sintomas da doença. Esse fato ainda não nos permite dizer que infecções repetidas com infecção por coronavírus sempre serão mais perigosas para humanos.
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